Base ganha reforço de psicóloga

  • Data de publicação
    28/06/201316h06
  • 28/06/2013
    POR: Imprensa
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A base do Criciúma está reforçada. Os aproximadamente 150 garotos do Tigre ganharam uma nova integrante e companheira, a psicóloga Francinéli Becker, que faz um trabalho de acompanhamento com os futuros craques do Tricolor. A nova função foi implantada com o objetivo de criar um suporte maior aos jovens atletas, que em muitos casos não são da cidade.
 
Atletas da base ouviram a psicóloga no auditório. Foto: Lucas Jorge/www.criciumaec.com.br
 
Na manhã desta sexta-feira (28/07), os garotos do juvenil tiveram uma palestra com a psicóloga. Entre os assuntos tratados estão o equilíbrio entre ansiedade e motivação e trabalho em grupo. “Vamos tratar sobre o trabalho em equipe, afinal no futebol ninguém joga sozinho. É um esporte coletivo. Tentamos explicar para eles que o ambiente tem que ser bom. Se brigar fora acaba levando para dentro do campo”, diz a psicóloga.
 
“A intenção é uma integração maior entre clube, família e atleta. Ela vem para dar um suporte aos meninos e vai falar diariamente com eles, começando com alguns problemas mais pontuais. Muitos deles estão distante da família e é uma idade que o adolescente precisa de acompanhamento. Esse é o suporte social que tem que dar um clube formador de atletas”, afirma o diretor executivo da base do Criciúma, Idemar Ângelo Tomasi, o Sarandi.
 
      
Palestra da psicóloga foi nesta sexta-feira. Foto: Lucas Jorge/www.criciumaec.com.br
 
Segundo Francinéli, as diferentes culturas são dos maiores problemas que precisam ser tratados. “É importante este contato com os meninos, até porque a grande maioria é de fora e às vezes a adaptação é difícil. Muitos estão longe da família e sentem falta. Isso começa a refletir dentro de campo, muitas vezes deixando a comissão técnica sem entender o porquê. Procuramos fazer um trabalho multidisciplinar, junto com todos da comissão e a família”, explica a psicóloga.
 
Neste começo de trabalho, todos os atletas passarão por uma triagem, depois alguns problemas mais pontuais serão tratados com mais cuidado. “Vamos conversar com todos, mas temos algumas indicações que vem da escola, da comissão técnica e esses terão um atendimento mais frequente, outros serão trabalhos na questão de grupo. O importante é que eles já estão começando a ver que isso é um trabalho necessário em um clube, o acompanhamento é muito normal, as pessoas às vezes tem uma visão errada sobre psicóloga”, ressalta Francinéli.
 
PROJETO
A inclusão de uma psicóloga nas categorias de base foi viabilizado devido ao Projeto de Formação de Atletas Amadores de Futebol. O projeto, que é do Ministério dos Esportes, tem como objetivo descobrir novos talentos. “Tudo que a base precisa para ter auto rendimento vem através desse projeto. O valor liberado para o clube é de R$ 2.259.992,78”, explica o coordenador de projetos, Lucas Braz.
 
Além da psicóloga, a base conta com profissionais de nutrição, médicos, assistente social, ortopedista, entre outros.

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